
segunda-feira, 21 de março de 2011
«Dondurma» - gelado turco

quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Novos hábitos exigem novas embalagens
Esse contingente urbano, plugado no mundo e preocupado com sua "empregabilidade", corre o dia todo e a noite adentro, de um lado para o outro, tentando se manter no fogo. Sem tempo nem para se alimentar direito, devido à dupla jornada de trabalho, esse novo consumidor também estuda, freqüenta academia, faz curso de inglês, MBA, pós, mestrado e assim por diante.
A alimentação entre uma jornada e outra é feita em trânsito. Nunca se viu tanta gente comendo em pé, andando, dirigindo, no metrô e nos ônibus. Perceber mudanças de comportamento, hábitos e atitudes sempre foi a arma secreta das indústrias de ponta e, mais uma vez, elas saíram na frente, ajustando ou criando produtos focados nas necessidades desse consumidor sem tempo para nada.
Na indústria de alimentos vemos surgir novidades, como o café que esquenta na própria lata, apertando-se um botão no fundo da embalagem. Os snacks ganharam um pote plástico que permite despejar o produto diretamente na boca sem sujar os dedos, nem o volante, o teclado, o celular...
Tenho colecionado uma dezena de tipos de produtos que atendem a essa necessidade e suas variantes, como, por exemplo, produtos e embalagens gerados pelo sentimento de "não estar se alimentando corretamente", que essa forma de consumo provoca nas pessoas.
Essa percepção tem provocado um aumento expressivo de consumo de sucos naturais prontos para beber e de bebidas lácteas, que podem ser encontradas nas vending machines e nas mesas de bares e lanchonetes, como alternativa aos refrigerantes.
Além das frutas, os legumes entram nessa vertente, aparecendo combinados com as frutas como suplemento alimentar de "melhor qualidade", segundo a visão dos consumidores. O suco combinado com acerola e cenoura, que pode ser pedido na academia ou na cantina da escola, é um exemplo desse tipo de demanda. Outro produto derivado dessa percepção é a barrinha de cereais, cujo consumo disparou.
Finalmente, os biscoitos — que equivalem ao "pão de cada dia" no mix que mencionamos — já contêm leite, frutas, legumes e cereais. Eles ganharam uma nova embalagem, de porção individual. O sucesso foi tão grande que obrigou os fabricantes a incluir essa alternativa portátil em suas linhas.
Os tradicionais waffers também se renderam à nova tendência. Não é fácil comer um waffer em trânsito, no carro ou sobre uma mesa de trabalho, pois não é possível enfiar o biscoito inteiro na boca e, ao mordê-lo, não conseguimos evitar a queda de migalhas. Por isso, a solução foi criar miniwaffers, que podem ser colocados de uma só vez na boca.
O novo saquinho flexível, que fica em pé, completou o conjunto. É como comer pipoca sem sujar os dedos. Novos hábitos exigem novos produtos e embalagens que atendam a esse novo consumidor. A indústria, de um modo geral, especialmente a de embalagem, tem muito a ganhar acompanhando a evolução da sociedade humana e de seus hábitos de consumo, como confirma o sucesso desses novos produtos.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
3D food printer
to print chocolates, cookies, and even domes of turkey meat.
while previous models have typically used only one syringe,
the cornell team is now working with them in multiple,
to permit the combination of diverse ingredients in precise proportions.
currently, only liquids and gels can be used as cartridges,
and the researchers have already experimented
with cheese, cake batter, chocolate, and dough.
promisingly, current research that involves mixing raw foods
with hydrocolloids, creating a gel,
may soon expand the repertoire of foods that can be used in the machine.
increase the ease and availability of healthful food
to individuals who are unable or unwilling to cook for themselves,
but also produce a number of ecologically beneficial effects,
as it decreases the number of intermediaries involved
between food production and ultimate consumption.
some researchers wonder if one day,
3D printers would even permit the 'growing' of near-raw foodstuffs.
domingo, 19 de dezembro de 2010
O Bolo Rei
«A verdade é que, de acordo com a conhecida autora de livros de gastronomia Maria de Lourdes Modesto, «apesar da popularidade de que goza entre nós, o bolo-rei tem origem francesa e, para explicar tanto a fava como o brinde, teremos de recuar bastante no tempo». O historiador José Leite Vasconcelos confirma que «o bolo-rei ou bolo das favas é de provável origem francesa» e sabe-se hoje que terá surgido no tempo do famoso “Le Roi Soleil”, Louis XIV, no intuito de celebrar as festas de Ano Novo e Dia de Reis.» continuar a ler aqui |
terça-feira, 16 de novembro de 2010
quentes e boas quem quer?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
rebuçados dr. bayard
Em 1939, Lisboa tornou-se o porto de abrigo dos refugiados da Europa em guerra. Foi assim que Álvaro Matias, jovem marçano numa mercearia da baixa lisboeta conheceu um dia um francês de nome Dr. Bayard. Nesses anos difíceis, nasceu uma amizade improvável, Álvaro aprendendo francês, servindo de cicerone e desencantando mantimentos quando o refugiado francês se via mais aflito. À partida, este agradeceu-lhe dando-lhe o que de mais valioso possuía, a fórmula de uns rebuçados peitorais. na loja Vida Portuguesa
domingo, 31 de outubro de 2010
candy professor
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
One Dozen Unique Food Tattoos
«Who loves asparagus, flan, bacon and eggs enough to permanently etch it on their bodies forever? These people do. And we love them for it.»
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Foi lançado o primeiro vinho sem sulfitos
O primeiro vinho nacional de Denominação de Origem Protegida (DOP) sem adição de sulfuroso, foi lançado esta semana para o mercado e promete acabar com as dores de cabeça do dia seguinte. O mentor deste vinho é Filipe Madeira, director comercial da Casa Agrícola Roboredo Madeira (CARM), juntamente com o enólogo António Ribeiro.
De acordo com o responsável, os sulfitos, também conhecidos por enxofre, são os responsáveis pelas dores de cabeça que muitas pessoas sentem ao acordar, após o consumo de vinho do dia anterior.
Em entrevista à Agência Lusa, Filipe Madeira contou que, para conservar este vinho sem a adição do sulfuroso, é seguida uma «metodologia específica de produção», nomeadamente o «cuidado a ter com a atmosfera controlada, sem oxigénio, em todo o processo», que vai desde a fermentação ao engarrafamento.
O novo CARM DOP Douro, trata-se de um vinho de 2009, proveniente de uvas Touriga Nacional, a casta escolhida pela empresa de Almendra (Vila Nova de Foz Côa), para experimentar o novo método. Filipe Madeira acredita que este vinho, aprovado pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), tem «valor acrescentado para o Douro» e que os vinhos sem sulfuroso vão ser «necessariamente o futuro».
A empresa CARM foi criada em 1999, «para trabalhar com a herança das propriedades de vários séculos da família», contou à Lusa o fundador, Celso Madeira. «Fomos talvez a primeira entidade a apostar nos vinhos do Douro Superior, com uma vinha de muito alto rendimento plantada já em 1965, quando os vinhos do Porto e do Douro eram fundamentalmente produzidos do Pocinho para baixo, quando ainda ninguém falava nesta região», recordou. Para a vindima que começa já em Setembro, a CARM pensa aumentar a produção dos seus vinhos sem adição de sulfuroso para os 50% da colheita total.
Carne artificial em 2050
«We have little French»

segunda-feira, 23 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Food Porn
domingo, 8 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
O prazer de comer e alguns génios..
-



