terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

GIGA PUDDING



gentilmente cedido pela maria inês!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

DENEGRO- Oficina do Chocolate

http://www.denegro.pt/

«O Charlie foi até à Fábrica de Chocolate e o Lifecooler quis seguir-lhe as pegadas. E por isso arrancou para Telheiras. Mas em vez de encontrar o Willy Wonka, encontrou o Hélder Coelho; em vez de oompa lumpas, um grupo de reformadas apaixonadas por chocolate; e em vez de uma fábrica, uma oficina. Só um elemento é comum: o chocolate. Mas na De Negro, o processo de fabrico da dita iguaria é inteiramente artesanal.»


... Já dizia a mãe do Forrest Gump: “A vida é como uma caixa de bombons, nunca sabemos o sabor que nos vai calhar”. Mas na De Negro é um risco que corremos de bom grado. É bem bom!

Lifecooler, o guia de boa vida

http://www.lifecooler.pt/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?art=6108&rev=2&cat=417



-

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

How it´s made Candy canes




the industrial process.


-

The best cookbooks of the decade

http://www.eatmedaily.com/2009/12/best-cookbooks-of-the-decade-2000s-aughties/?so=f-s

FOODIE by Clara Ferreira Alves

Tornei-me uma foodie. Uma foodie é alguém que gosta muito de comida, de ver, de preparar, de comer. Gostar é quase amar, é assim como um fogo que arde sem se ver. Ou seja, foodie não apenas como paixão platónica e funcional, desconstruída e abstractizante, e sim como lírico e camoniano amor. Se, depois do abstractizante e do desconstruído, os leitores ainda estão comigo, podem continuar, prometo que não volta a acontecer.
Foodie. Ou, como diriam os ingleses vistos na perspectiva do saudoso Laurodérmio (ressuscitado no DVD da série do "Herman Enciclopédia", de longe a melhor coisa que se fez em Portugal em humor, a mais inteligente, a mais revolucionária, a mais obscenamente livre), "da fóóóodai". Ou, como diriam os verdadeiros ingleses, "da fuuuedie". Um foodie, ou uma foodie, não pode ser confundido com o guloso ou a sua forma mais extrema e prevaricadora, o glutão. O foodie não é gordo, não é gorduroso e não é fácil de aturar, porque é exigente. Não é vegetariano, nem biológico, nem macrobiótico, nem orgânico. Não é verde, nem vermelho, nem ecologista, nem transgénico. É alguém que compra alimentos frescos, que aprecia mercados como La Boqueria, de Barcelona, e que foge de hipermercados e ultracongelados. É alguém que não gosta muito de muitos restaurantes, a não ser, como na anedota, pelo convívio. Quando digo restaurantes não estou a falar de estrelas Michelin nem de listas elitistas, estou a falar de restaurantes normais, sendo certo que prefiro uma tasca de ruela e vinho da casa e um restaurantezinho familiar escondido no meio do sobrado e da cal do Alentejo às espumas e rendas carbónicas de Ferran Adrià. Embora um Château d'Yquem seja um Château d'Yquem. O foodie tem geografia sentimental. E hábitos. Um foodie prefere passar fome a comer depressa e em pé.
Muitos restaurantes nem sempre estão à altura da gastronomia portuguesa, com reconhecidas excepções. Não sabem temperar uma salada, não sabem usar especiarias, não sabem usar o frigorífico, não sabem prescindir do pão eléctrico e vácuo, não sabem a diferença entre cru e curado, não sabem comprar peixe nem carne, não se interessam pelos pormenores. E os pormenores são a substância. Cavam-se abismos entre frango de aviário, galinha do campo e pintada, entre vazia, lombo e bochecha, entre captura e aquicultura, entre sol e estufa, entre azeite virgem e óleo, entre manteiga e margarina, entre sal e flor de sal, entre orégão seco e orégão ressequido, entre pimenta em grão e moída, entre café brasileiro e colombiano, entre tripa e morcela, entre linguiça e farinheira, entre chocolate preto e manteiga de cacau, etc., etc.
Comer melhor não significa comer mais caro. Significa tempo e paciência. A comida orgânica teve anos de má reputação. Tudo era murcho, amarelado e decadente. A maçã era pequenina e bichada, a uva era aguada, a carne era incolor, insípida e inodora, os ovos eram brancos e brancos em vez de amarelos e brancos. Hoje, a comida orgânica, sem aditivos nem conservantes, sem químicos nem pesticidas, é de grande qualidade. Pode ser cultivada numa escala de jardim. Dois palmos de terra bastam para as ervas. Manjericão (o tomate sem o manjericão fica viúvo), estragão, salsa, hortelã, rosmaninho, funcho, segurelha... e cuidado com os caracóis.
Em Londres, existem várias lojas do empório Whole Foods, uma cadeia que nasceu na Califórnia e que pertence a uma filosofia foodie que descende da senhora Alice Waters, fundadora do restaurante californiano Chez Panisse. Waters dedica-se agora a fazer com que as escolas americanas comecem a adoptar menus saudáveis em vez de fast food e doces de fábrica. Os foodies, bem entendido, são adeptos da slow food, da comida com vagar e sem linhas de montagem.
Nos mercados Whole Foods encontra-se tudo e tudo é bom e fresco. Os fornecedores, da carne à fruta, do peixe aos secos e molhados, contam a história das suas quintas e da sua relação com o que fazem. Há revistas, receitas, cursos de cozinha, provas de vinhos, encontros de foodies, palestras e viagens. Como um clube, exactamente. Com site na Internet.
Uma educação sobre o que comemos sem o proselitismo desagradável. Na minha infância, quase toda a comida era assim. Whole. Uma gema de ovo batida com cerveja preta, canela e açúcar amarelo dava um lanche. Os pêssegos sabiam a néctar e no Outono confeccionavam-se compotas com a fruta mole. Quem provou um doce de figo e paus de canela ou de abóbora amarela, sabe do que falo. Morno. Espalmado em fatias de pão de trigo. Huummm. Ver o filme "Julia e Julie", de Nora Ephron, sobre Julia Child, é o presente de Natal do foodie. Delicioso. Delicious. Ou, como diriam os ingleses, "delaichoses".

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009

S C H O K - O - L A T I E R


photo by Spencer Tunick
http://www.spencertunick.com/


Dominique Persoone
http://www.dominiquepersoone.be/

Taste and aromas are central
Open mind
The right balance
Top quality ingredients
Origin chocolates


The Chocolate Line - chocolates made with love
http://www.thechocolateline.be/


Chocolate Shooter
http://www.chocolateshooter.be/




The nose picks up both odors and tastes.

«Recent research has shown how important our nose is to us when tasting food. Hence the idea of allowing it to enjoy a chocolate tasting event or dessert. Sniffing cocoa with raspberry or ginger and mint will help enhance the pleasure of the chocolate experience»



-

FAT DUCK Restaurant

http://www.fatduck.co.uk/

Heston Blumenthal

«Taste is one of the six senses (some say we have more), the others being touch, sound, sight, smell and proprioception, (the sense of "ourselves") our bodies own on-board computer.
The sense of taste can then be broken down into five basic categories. All of which happen in the mouth and nowhere else. These categories are salt, sweet, sour, bitter and Umami (the most recently identified taste named by Ikeda in Japan in 1908). There is a current theory that fat is actually a taste but this has yet to be proved.»



Books:
The Big Fat Duck Cookbook (2008, ) ISBN: 1596915501
Further adventures in search of perfection (2007, 320p) ISBN: 0747594058

and many more..



-
studying molecular gastronomy... :)

-

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pedro é fish

Pedro andava tenso por estes dias. Os japoneses tinham-lhe pedido abalones com 15cm e ele, habituado a satisfazer os caprichos dos chefes mais exigentes, ainda não tinha conseguido garantir a encomenda deste molusco - que na costa portuguesa apenas se encontra nos Açores, onde é apanhado à mão, por mergulho. Mas não era tudo. Os japoneses gostaram da qualidade do pargo que encontraram na lota de Sagres mas o mesmo teria que ser apanhado na véspera (a um Sábado) e sangrado ainda vivo para preservar a frescura. Para finalizar, ainda um ultimo pedido: atum ‘black fin’.
Ainda algo tenso mas seguro, Pedro começou por lhes explicar que os abalones da nossa costa, ao contrário dos mais comuns no Japão, eram selvagens e que teriam 8/10cm, no máximo; Quanto ao peixe pescado de véspera, embora a lota estivesse fechada ao Sábado ele arranjaria um pescador que fosse ao mar e que procedesse da forma que queriam, embora não fosse uma prática comum no pargo. Quanto ao atum talvez conseguisse um ‘blue fin’, reconhecido, pelo menos no ocidente, como o mais nobre de toda a espécie. Mas não iria ser fácil, Além de haver pouco tempo tempo, nesta altura não existe na nossa costa. Apesar da forma convicta das explicações, os nossos amigos não ficaram completamente convencidos de que iriam reunir todas as condições que pretendiam para o jantar que tinham pela frente.
Pois bem, no Domingo, por volta da meia-noite, os japoneses não escondiam o ar de contentamento. Tinham sido convidados para encerrar o Tribute to Claudia/International Gourmet Festival 2010 - que decorreu no Vila Joya (no Algarve), e que reuniu alguns Chefes de renome mundial - e tudo tinha corrido a preceito. Não houve abalones, porque o mau tempo não o permitiu, mas o peixe que lhes forneceram cumpriu os altos padrões de qualidade que exigiram e podiam finalmente descansar. A reputação do seu restaurante, Tsuruya, 3 estrelas Michelin de Quioto, mantinha-se íntegra.
Qualquer um teria ficado à beira de um ataque de nervos com tamanha exigência mas, para Pedro, o desafio deixara-o empolgado. Na véspera, em visita semelhante, já o famoso Chefe nova-iorquino, Michael White, ficara surpreendido com o seu conhecimento e com a qualidade do peixe, em Sagres. De tal forma que quis, logo ali, fechar negocio para começar a importá-lo.
Pedro é Pedro Bastos, engenheiro bioquímico de formação e responsável pela Nutrifresco. Na sua carteira de clientes encontram-se alguns dos melhores restaurantes do país, com destaque para os estrelas Michelin no Algarve. Se filho de peixe sabe nadar, no caso de Pedro Bastos, é bem provável que tenha nascido mesmo com barbatanas. Os pais sempre estiveram ligados ao ramo (a mãe é actualmente responsável pela melhor montra de pescado que se pode encontrar num supermercado do país: o Apolónia). A história acima descrita atesta uma afirmação que gosta de utilizar. A de que a sua empresa não vende peixe (isso muitas que o fazem) mas que presta um serviço personalizado de venda de peixe de primeira. Mas para aconselhar é preciso saber e a sua experiência, formação e a aposta na investigação são fundamentais. Neste momento tem na forja uma parceria com a Universidade do Algarve para estudar o enriquecimento da alimentação do peixe de aquacultura; e outra, com um pequeno armador dos Açores. O objectivo é melhorar as condições de abate do atum rabilho, e assim contribuir para a sua valorização económica e segurança alimentar do fornecedor. Com o produto valorizado, a quantidade que o pescador determina capturar tende a diminuir, tornando a pesca mais sustentável.
Mas para vender é preciso saber comprar e embora com uma rede de fornecedores de confiança, nada lhe dá mais prazer do que o leilão na lota de Sagres, onde tem alguém da sua confiança, permanentemente.
Na lota o ritual começa pela observação do peixe que vai sendo descarregado dos barcos. A experiência e conhecimento permitem-lhe percepcionar, à distância, a qualidade, a quantidade e a variedade. Depois é preciso estar atento a uma série de pormenores. Por exemplo: saber que barcos foram ao mar (se há algum avariado, em terra, isso pode significar menor quantidade, logo, maior procura); o que habitualmente pescam; quem são os compradores presentes e que tipo de peixe compram de forma regular.
É preciso ler a cara dos adversários e não mostrar ansiedade. Só falta mesmo utilizar óculos escuros, como os jogadores de poker profissionais. No sistema de lota o preço é definido e vai descendo até que alguém prima o botão do comando e arremate o lote. Fazê-lo no momento errado, por não se ter avaliado devidamente, pode implicar prejuízos avultados.
Não é pelo facto de alguns Chefes dos restaurantes de topo pouco olharem a custos, que faz com que Pedro Bastos deixe de se preocupar em ser competitivo no preço. Mas ele sabe que seus compradores valorizam, sobretudo, o seu conhecimento na matéria, a sua disponibilidade e a capacidade de satisfazer os pedidos mais exigentes.
Por isso não seria de admirar que num dos próximos dias os Srs. do Tsuruya recebessem em Quioto uma encomenda de Pedro Bastos: uma caixa de abalones dos Açores. É que Pedro é uma daquelas pessoas para quem uma dificuldade é um desafio.

Texto publicado originalmente no suplemento Outlook (Diário Económico) em 30 Janeiro
2009.

http://mesamarcada.blogs.sapo.pt

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

Plano de situação do primeiro mês de estudos

Bom dia!

Pois é.. chegamos ao fim do primeiro plano de estudo mensal e a coisa não correu muito bem.

Não consegui estudar tudo o que tinha p estudar. O trabalho, o pouco tempo, o cansaço, por vezes alguma inércia, as viagens e assim não ajudaram a usufruir directamente de todos os tempinhos livres que tinha para o estudo! Contudo o plano é p cumprir e vou seguir em frente.
A ver se consigo encarrilhar de vez. :p

Neste mês estive a ler o livro a Cozinha é um laborário que considero perfeito para quem quer ficar com algumas noções de quimica e compreender melhor este universo gigante de infinitas possibilidades e também para quem não ouvia falar de proteinas e hidratos de carbono desde do 8º ano.é um livro leve, simples e bem disposto. Tem um capitulo só de consolidação destes conhecimentos eintrodução que ajudam posteriormente a compreender algumas das reacções quimicas que acontecem durante muitos cozinhados familiares entre nós. Procurei também mais uns livrinhos já mais complicados que espero que venham da Amazon:).
Dito isto.. o estudo continua.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Azeite Andorinha


Luís Santos, director de Marketing da Sovena, salienta que “não queremos revelar apenas um produto. Queremos devolver aos portugueses os hábitos de convívio à mesa, reunidos com quem mais gostamos. Por isso, desenvolvemos o site http://www.bem-vindo-sejas.com/, para oferecer uma experiência sensorial, cuja ideia consiste em fazer um convite a alguém para jantar em nossa casa, enviando automaticamente uma pequena garrafa de azeite Andorinha e um convite por correio para o convidado. Este deve trazer a garrafa de azeite, em vez do tradicional vinho”.



Hoje alguém chegou perto de mim com uma andorinha de papel que trazia um site do outro lado da andorinha. E disse-me: p levar alguém a jantar a casa. Fui logo ao site e adorei o projecto. É deste tipo de projectos-experência-acção-produto que me fazem ficar a fervilhar ideias para desenvolver ideias relacionadas c os nosso hábitos culturais, gastronomia e comida.




«Criada em 1927, o azeite Andorinha é uma marca da Sovena, uma empresa 100% portuguesa e a segunda maior empresa de azeites a nível mundial, encontrando-se há mais de oito décadas em mercados internacionais como Brasil, EUA, Canadá, África do Sul, Angola, Macau, Timor Leste, Polónia, Suécia e Alemanha, Andorinha regressa ao seu lar para juntar os portugueses.»

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

is still hot!

Hey,

My new project!




send me photos and be connected :)



-

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Food Chemistry

Food chemistry - Wikipedia, the free encyclopedia: "Food chemistry is the study of chemical processes and interactions of all biological and non-biological components of foods. The biological substances include such items as meat, poultry, lettuce, beer, and milk as examples. It is similar to biochemistry in its main components such as carbohydrates, lipids, and protein, but it also includes areas such as water, vitamins, minerals, enzymes, food additives, flavours, and colours. This discipline also encompasses how products change under certain food processing techniques and ways either to enhance or to prevent them from happening."

EAT LOVE




Food Concepts by Eating-Designer Marije Vogelzang"
« Não comemos quimica, mas sabores »
Hervé This




Isto a propósito de que começou hoje o estudo do primeiro capítulo- quimica nos alimentos :)

-

domingo, 3 de janeiro de 2010

deliciosa sensação literária

«No entanto, esta garrafa não dizia «Veneno», por isso Alice aventurou-se a provar o que lá estava dentro, e achando o conteúdo muito agradável (na verdade, tinha um gosto que era uma mistura de tarte de cerejas, creme, ananás, peru assado, caramelo e torrada com manteiga) bebeu-o de um trago.»

Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll


Por momentos comecei a imaginar que bebia aquela poção mágica e sentia todos aqueles sabores. Será que algum dia algo assim conseguirá ser realmente possível.? :)


_

Plano de Estudo - o Desafio

-


  • Nos próximos 6 meses tenho como objectivo fazer um estudo auto-didacta de preparação, compreensão e consolidação de alguns tópicos e conceitos para a Pós-Graduação em Ciências Gastronômicas que quero entrar no próximo ano lectivo.

    Sentindo-me muito verdinha e cheia de dúvidas em muitos dos temas abordados na Pós-graduação decidi que deveria pesquisar e sentir-me mais confortável com as noções bases de cada um.
    Apesar de já ser uma área pela qual já me vinha a interessar há algum tempo, criar um calendário organizado e metódico de estudo ajudará a obter melhores resultados e a sentir-me melhor preparada.
    Como tal, decidi organizar a minha pesquisa por 2 tópicos mensais (pela ordem do plano da Pós-Graduação). Para cada tópico terei de elaborar uma opinião critica e conclusiva.(que vou escrever aqui no blog). Uma maneira simples, rapida e de fácil acesso. Assim sendo partilho a minha opinião com quem ler e é uma maneira de me «obrigar» a levar a missão a sério. Pelo meio do trabalho e do não muito tempo. Deste modo é uma tarefa que não posso falhar.



    Sendo que o curso é destinado a técnicos com graduação (licenciatura, ou bacharelato e licenciatura do 1º ciclo) nas áreas de Quimica, Biologia, Agronomia, Engenharia Alimentar, Saúde, Hotelaria e Restauração, Turismo, ou outras desde que seja manifestado o interesse justificado nas matérias do curso.

    Isto implica um maior esforço e empenho visto que na minha formação base não tive contacto com algumas das Áreas.



    E quais são então os objectivos Ciências Gastronômicas..

    O objectivo que se pretende alcançar é o de proporcionar uma formação científica e técnica aprofundada e especializada no domínio da ciência dos alimentos capaz de dar satisfação às exigências crescentes de qualidade, criatividade e inovação nesta área de actividade.


    A diversidade de matérias abordadas pode servir a um vasto leque de actividades académicas e profissionais.
    No domínio da hotelaria e restauração promoverá condições propícias à inovação gastronómica, à compreensão, transformação e actualização da gastronomia tradicional, assim como à compreensão de condições necessárias à manutenção de padrões elevados de qualidade e segurança alimentar em restauração.
    A formação ministrada neste curso será também de grande utilidade para profissionais da indústria alimentar, estejam ligados à produção ou ao desenvolvimento de novos produtos alimentares.
    Este conjunto de conhecimentos é ainda de grande relevância para profissionais da área do turismo, tendo em conta e a importância que a gastronomia e vinhos aí desempenham."






    Assim sendo.. aqui vai o plano de estudo: (por ordem das disciplinas)
  • Janeiro- Quimica dos Alimentos + Bioquimica dos Alimentos
  • Fevereiro- Gastronomia Molecular + Microbiologia Molecular
  • Março- Reologia e textura dos Alimentos + Técnicas de Análise Sensorial
  • Abril- História da Alimentação + Produção Alimentar e Processos de Trabalho em Restauração
  • Maio- Gastronomia e Produtos Tradicionais Portugueses + Hidrocólides da Alimentação
  • Junho- Desenvolvimento de Produtos Alimentares + Alimentos Fermentados
  • Julho- Matérias-Primas + O vinho na Gastronomia
  • Agosto- Elementos de Nutrição, Fisiologia e Dietética + Marketing da Gastronomia

-

A minha Motivação:

O Motivo pelo qual quero entrar para Pós-Graduação e me auto desafio a um pré-estudo traduz-se na minha vontade de querer comprender todo o universo em redor dos alimentos. Desde compreender e estudar substâncias que estam presentes nos alimentos, lhes atribuem sabores, cores, texturas, entre outros. A nossa conecção cultural com determinados alimentos, as mil e uma maneiras de poderem ser cozinhados e de despertarem sensações variadas.
A ciência por detrás de tantos pratos e de pequenos truques que ás vezes elaboramos e não sabemos a sua verdadeira razão e que a ciência na sua maior parte das vezes procura e tem uma resposta. Comer, essa necessidade básica diária e intriseca ao ser humano. Conhecer ainda mais sobre os efeitos dos alimentos no nosso organismo. A criação de novos produtos e necessidades na nossa cultura e a pertinência dos mesmos. Saber de onde vem aquilo que consumimos. Comprender e saber mais sobre as relações socias que estabelecemos através do acto de comer assim como as experiências sensoriais que nos proporcionam. Os alimentos como matérias-primas unicas e naturais.
E acima de tudo o prazer de comer.

:)

-

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fantastic Mr. Fox




“Perhaps the movie’s approach to food says more about our time than the era in which the book was written: it does not end with the feast that finishes the book, but rather in a supermarket full of goods with artificial flavorings, where the animals are grateful to be together and to have any food at all.”- at CHOW


-